Terror

Garimpando Em Gibiterias: Vertigo Especial 1, 2 e 3 pela Panini

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vertigoesp1As pedras de hoje são desaconselháveis para menores de 18 anos!

O mercado de quadrinhos no Brasil é muito fraco, sejamos honestos. Lá fora, grandes obras permanecem em catálogo permanente tal como livros clássicos. Os editores de quadrinhos nacionais são bem imediatistas e até mesmo obras como Watchmen e Maus ficam difíceis de encontrar de tempos em tempos. A série “Garimpando em Gibiterias” fala de quadrinhos que valem a pena “garimpar” em gibiterias, sebos, estoques antigos de livrarias virtuais, feiras de livros e, se a grana estiver muito curta, em bibliotecas públicas. Sim, existem quadrinhos em bibliotecas públicas, é só procurar.

As pedras garimpadas de hoje são Vertigo Especial 1, 2 e 3 da Panini por vários autores. Mais uma vez trago mais de uma edição. Mas essas valem. A Internet está abarrotada de postagens sobre a história maior da Vertigo, logo, não falarei sobre o selo em si, mas sobre estas 3 edições e seus conteúdos.

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[RESENHA#170]Black Hole, de Charles Burns

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Título: 
Black Hole

Autor: Charles Burns
ISBN:  9788594540515
Ano:  2017
Páginas:  368
Editora:  Darkside Books
Informações: Skoob Goodreads
Compre aqui: Submarino Saraiva Cultura Amazon

Sinopse: Vencedor do The Will Eisner Comic Industry Awards de Melhor Álbum, além do Récompense Les Essentiels d’Angoulême, Black Hole é a mais importante graphic novel de Charles Burns. Publicada de forma seriada durante uma década, foi reunida em 2005 para aclamação mundial e reforçou o lugar do artista como o mestre dos quadrinhos independentes de horror. Agora, orgulhosamente inaugura a publicação de clássicos dos quadrinhos pela DarkSide Graphic Novel. O persistente horror existencialista da obra de Charles é composto apenas pelo trabalho em pincel, de alto contraste em branco e preto, que presta homenagem ao horror sutil dos primeiros filmes do gênero e desde cedo tornou-se um dos estilos mais reconhecidos de toda a arte sequencial contemporânea, instantaneamente familiar assim que é visto em alguma antologia ou na capa de revistas, como The Belivier e The New Yorker. Black Hole se passa nas cercanias de Seattle, extremo noroeste dos EUA, em meados da década de 70, quando uma doença inconfiável e inominável espalha-se entre os adolescentes locais através do contato sexual e parece não poupar ninguém. Ela expressa-se de formas diferentes em cada um dos contaminados, enquanto alguns apresentam apenas manchas na pele, algo fácil e sutil de ocultar, outros transformam-se em aberrações grotescas, vagas lembranças do que foram um dia. E uma vez que você foi contaminado não há mais volta. Para esses seres monstruosos não há alternativa além do auto-exílio em acampamentos precários, na floresta que circunda a região. Conforme vamos nos familiarizando com os diversos personagens principais da história, garotas e garotos que foram contaminados, outros que não foram e aqueles que estão prestes a ser, o clima de delírio, horror e insanidade domina os adolescentes. Black Hole apresenta um retrato arrogante e inquietante da alienação dos tempos colegiais, repleto de crueldade e selvageria, e hormônios à flor da pele, que conversa com a angústia, o tédio e as necessidades mais profundas da nossa própria aceitação que dominam essa época da vida. Aterrador e hipnótico, a graphic novel que consagrou Charles Burns supera seu gênero ao explorar com habilidade um momento cultural específico americano, quando não era mais interessante ser hippie e David Bowie ainda era um pouco estranho para esses jovens, a liberdade sexual começava a transformar-se num pesadelo e a vida adulta cobrava seu custo pelos traumas reais da infância, traumas da perda e da sensação de absurdo existencial. Isso sem falar de chifres nascendo, fendas abrindo-se e alterando sua pele para sempre e rabos aparecendo… Leia o resto deste post »

[Resenha #166 ] Contos Macabros: 13 Histórias Sinistras da Literatura Brasileira de Nove Autores Consagrados

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cmLivros que trazem contos de vários autores, por mais temáticos que sejam, sempre mostram tonalidades diversas. Alguns trazem muitas palavras para pouca história, outros, muita história em poucas palavras, raros são os escritores que conseguem equilibrar informação e texto, mas certamente de algum estilo de escrita, você, leitor, gostará. Porém, nesse tipo de livro, seria injusto que eu comentasse dois ou três contos e deixasse o resto para lá. Afinal, não se trata de um livro de contos de um único escritor, que, por mais que varie, sempre manterá alguma uniformidade. São nove autores, e mesmo os menos conhecidos devem ser mencionados. Claro, alguns contos são tão pequenos que o comentário terá de ser menor ainda para não estragar a leitura, mas, ao menos uma menção a cada texto deve ser feita.

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[RESENHA#163]Insônia, de Stephen King

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Título:
Insônia

Autor: Stephen King
ISBN: 9788581050461
Ano: 2013
Páginas: 704
Editora: Suma de Letras
Informações: Skoob Goodreads
Compre aqui: Submarino Saraiva Cultura Amazon

Sinopse: Insônia narra o verdadeiro inferno que se transformou a vida de Ralph Roberts, um pacato aposentado que não consegue mais dormir em paz desde que a mulher morreu. O sono não chega e, o pior: a escuridão o arremessa à hiper-realidade. Acontecimentos horríveis envolvendo o povo de Derry, no Maine, onde sempre viveu, surgem como flashes em sua mente. Do dia para a noite, Ralph se vê desesperadamente envolvido em um mundo de terror. E tudo o que ele gostaria era de dormir em paz.
Conforme o quadro piora, ele começa a ver coisas invisíveis aos olhos dos outros —auras coloridas e seres que, por sua aparência, chama de “doutorzinhos carecas”. Através dessas visões, percebe outros planos de realidade e sua influência sobre o mundo “real”.
Mas Ralph não está sozinho nesse jogo de alucinações inexplicáveis. O químico Ed Deepneau também anda percebendo que coisas estranhas acontecem ao seu redor. Subitamente, os velhos amigos tornam-se inimigos numa guerra entre mundos invisíveis. Por que foram escolhidos? Que missão esperam deles?
Ralph e Ed precisam tomar cuidado. Ao lado, pessoas estão à espreita, mas eles não podem ver. E um fio tênue, que a todo momento ameaça desatar, sustenta suas vidas. A verdade é que a pacata cidade de Derry esconde um batalhão de forças negativas que não para de agir. O sobrenatural há muito tempo vem rondando o lugar. Agora, Ralph faz parte dele. E seus amigos também.
Logo, Roberts descobre que há um motivo aterrorizante para sua insônia e seus poderes: ele foi um dos escolhidos para lutar contra a destruição do mundo. Em uma trama que se entrelaça com a da série A Torre Negra, ele deve enfrentar o Rei Rubro para impedir que uma misteriosa profecia seja extinta.
Insônia é um romance eletrizante sobre os planos desconhecidos da existência humana, no qual Stephen King leva o leitor a uma viagem por mundos surpreendentes.
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[RESENHA#161]O Rei de Amarelo, de Robert W. Chambers

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Título:
O Rei de Amarelo

Autor: Robert W. Chambers
ISBN: 9788580575132
Ano: 2014
Páginas: 256
Editora: Intrínseca
Informações: Skoob Goodreads
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Sinopse: Obra-prima de Robert W. Chambers, O Rei de Amarelo é uma coletânea de contos de terror fantástico publicada originalmente em 1895 e considerada um marco do gênero. Influenciou diversas gerações de escritores, de H. P. Lovecraft a Neil Gaiman, Stephen King e, mais recentemente, o escritor, produtor e roteirista Nic Pizzolatto, criador da série investigativa True Detective, exibida pela HBO, cujo mistério central faz referência ao obscuro Rei de Amarelo.
O título da coletânea faz alusão a um livro dentro do livro – mais precisamente, a uma peça teatral fictícia – e a seu personagem central, uma figura sobrenatural cuja existência extrapola as páginas.
A peça O Rei de Amarelo é mencionada em quatro dos contos, mas pouco se conhece de seu conteúdo. É certo apenas que o texto, em dois atos, leva o leitor à loucura, condenando sua alma à perdição. Um risco a que alguns aceitam se submeter, dado o caráter único da obra, um misto irresistível de beleza e decadência.
A edição de O Rei de Amarelo trazida ao Brasil pela Intrínseca reúne, além dos contos do Rei, seis outros que alternam entre o sobrenatural e a realidade, em épocas e geografias diferentes. A introdução e as notas do jornalista e escritor Carlos Orsi, um dos autores publicados na antologia americana Rehearsals of Oblivion, clássico tributo a Robert W. Chambers, ajudarão novos leitores a mergulhar na bem construída mitologia do autor.
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[RESENHA#157] Creepshow, de Stephen King

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Título: Creepshow
Autor: Stephen King
ISBN: 9788594540638
Ano: 2017
Páginas: 65
Editora: DarkSide Books
Informações: Skoob / Goodreads
Compre aqui: Submarino / Saraiva / Cultura / Amazon

Sinopse: É o sonho de todos os fãs: Stephen King na DarkSide® Books! Depois do relançamento
especial de Coração Assombrado, A Biografia do mestre, precisávamos de um texto com sua assinatura inconfundível. E desenterramos uma de suas publicações mais originais. É com prazer mórbido que a DarkSide® Graphic Novel anuncia o lançamento de Creepshow, a primeira hq escrita pelo autor. Tudo começou em 1982. King juntou forças com outro gênio das sombras, o diretor George A. Romero (A Noite dos Mortos-Vivos), para realizarem um filme inspirado em quadrinhos clássicos dos anos 1950, como Contos da Cripta, da EC Comics. O longa-metragem marcou a estreia de King como roteirista — e, curiosamente, sua segunda aparição como ator. Creepshow (que no Brasil ganhou o subtítulo Show de Horrores) se tornaria um cult movie instantâneo. E no mesmo ano Stephen King quis deixar ainda mais explícita sua homenagem à fonte original. Assim, ele adaptou seu roteiro de cinema para os quadrinhos, contando com a arte do magistral Bernie Wrightson, um dos criadores e primeiro ilustrador de O Monstro do Pântano, e capa de Jack Kamen, autor da EC Comics. A história em quadrinhos era a maneira perfeita para os fãs reviverem todos os pesadelos do filme em casa. Trinta e cinco anos depois, você pode fazer o mesmo — até porque o mais provável é que sua fita vhs já esteja desmagnetizada. Creepshow reúne cinco histórias de arrepiar, duas delas adaptadas de contos que King já havia publicado: “Weeds” e “The Crate”. Usando um decrépito narrador morto-vivo, o autor de It, a Coisa e Torre Negra soube recriar o clima dos gibis malditos que o assustavam quando ainda era um adolescente rebelde no estado do Maine. Como todos os títulos da DarkSide® Graphic Novel, Creepshow tem uma edição em capa dura pra você guardar para sempre, com todo orgulho. Stephen King é o rei. Já escreveu mais de cinquenta livros — quantos deles você já leu? Vendeu mais de 300 milhões de livros e coleciona mais de 50 prêmios por suas obras. Seu nome está no Guinness Book como o autor vivo com o maior número de adaptações para o cinema. E se você quer saber mais sobre ele, aproveite que a biografia Coração Assombrado acaba de ser relançada, comemorando os cinco anos da DarkSide® Books e 70 anos do mestre. Bernie Wrightson começou a carreira como ilustrador do jornal Baltimore Sun, quando tinha apenas 18 anos. Após conhecer o ídolo Frank Frazetta numa convenção em Nova York, decidiu se dedicar aos quadrinhos. Em 1968, já tinha publicado na Marvel e na DC Comics. Com o roteirista Len Wein, criou O Monstro do Pântano, personagem ícone dos quadrinhos. Outro de seus personagens, o Destino (de 1972), seria incorporado na saga Sandman, de Neil Gaiman, como um dos Perpétuos. Bernie nos deixou recentemente, em 18 março de 2017, e o último episódio da 7a temporada de The Walking Dead foi dedicado à sua memória.


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[RESENHA#151] Edgar Allan Poe: Medo Clássico, de Edgar Allan Poe

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Título:
Edgar Allan Poe: Medo Clássico

Autor: Edgar Allan Poe
ISBN: 9788594540249
Ano: 2017
Páginas: 384
Editora: DarkSide Books
Informações: Skoob / Goodreads
Compre aqui: Submarino / Saraiva / Cultura / Amazon

Sinopse: Seguindo o padrão quase psicopata de qualidade que os leitores já esperam da DarkSide® Books, o livro é uma homenagem a Poe em todos os detalhes: da capa dura à nova tradução feita por Marcia Heloisa, pesquisadora e tradutora do gênero, além das belíssimas ilustrações em xilogravura feitas pelo artista gráfico Ramon Rodrigues. E o mais importante: o conteúdo selecionado que recheia as 384 páginas deste primeiro volume de Edgar Allan Poe: Medo Clássico. E que conteúdo!
Pela primeira vez numa edição nacional, os contos estão divididos em blocos temáticos que ajudam a visualizar a enorme abrangência da obra. A morte, narradores homicidas, mulheres imortais, aventuras, as histórias do detetive Auguste Dupin, personagem que serviu de inspiração para Sherlock Holmes.
O livro traz ainda o prefácio do poeta Charles Baudelaire, admirador confesso de Poe e o primeiro a traduzi-lo para o francês. Os contos são comentados na voz do personagem mais famoso de Poe, um certo pássaro de asas escuras como a noite. E por falar nele, Edgar Allan Poe: Medo Clássico apresenta “O Corvo” na sua versão original, em inglês, além de reunir suas mais importantes traduções para o português: a de Machado de Assis (1883) e a de Fernando Pessoa (1924).
Uma obra tão completa que não poderia se limitar a um só volume. A DarkSide® Books já começa a organizar Edgar Allan Poe: Medo Clássico, volume 2. Além de Poe, Mary Shelley, Bram Stoker e Lovecraft também farão parte da coleção Medo Clássico, sempre com ilustradores convidados e tradutores que respiram e conhecem profundamente as obras originais.
Nunca mais houve um autor como Poe. Nunca mais haverá uma edição como esta. Leia o resto deste post »

[RESENHA#143] O Bazar dos Sonhos Ruins , de Stephen King

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Título: O Bazar dos Sonhos Ruins
Autor: Stephen King
ISBN: 9788556510303
Ano: 2017
Páginas: 528
Editora: Suma de Letras
Informações: Skoob / Goodreads
Compre aqui: Submarino / Saraiva / Cultura / Amazon

Sinopse: Mestre das histórias curtas, o que Stephen King oferece neste livro é uma coleção generosa de contos – muitos deles inéditos no Brasil. E, antes de cada história, o autor faz pequenos comentários autobiográficos, revelando quando, onde, por que e como veio a escrever (ou reescrever) cada uma delas. Temas eletrizantes interligam os contos; moralidade, vida após a morte, culpa, os erros que consertaríamos se pudéssemos voltar no tempo… Muitos deles são protagonizados por personagens no fim da vida, relembrando seus crimes e pecados. Outros falam de pessoas descobrindo superpoderes – como o colunista, em “Obituários”, que consegue matar pessoas ao escrever sobre suas mortes; ou o velho juiz em “A duna”, que ainda criança descobre uma pequena ilha onde nomes surgem misteriosamente na areia – nome de pessoas que logo morrem em acidentes bizarros. Em “Moralidade”, King narra a vida de um casal que vai se despedaçando quando os dois mergulham no que, a princípio, parece um vantajoso pacto com o Diabo. Incríveis, bizarros e completamente envolventes, essas histórias formam uma das melhores obras do mestre do terror, um presente para seus Leitores Fiéis.


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[RESENHA#137] O Sorriso da Hiena , de Gustavo Ávila

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Título:
O Sorriso da Hiena

Autor: Gustavo Ávila
ISBN: 9788576865940
Ano: 2017 
Páginas: 266
Editora: Verus
Informações: Skoob / Goodreads
Compre aqui: Submarino / Saraiva / Cultura / Amazon

Sinopse: É possível justificar o mal quando há a intenção de fazer o bem?
Atormentado por achar que não faz o suficiente para tornar o mundo um lugar melhor, William, um respeitado psicólogo infantil, tem a chance de realizar um estudo que pode ajudar a entender o desenvolvimento da maldade humana. 
Porém a proposta, feita pelo misterioso David, coloca o psicólogo diante de um complexo dilema moral. Para saber se é um homem cruel por ter testemunhado o brutal assassinato de seus pais quando tinha apenas oito anos, David planeja repetir com outras famílias o mesmo que aconteceu com a sua, dando a William a chance de acompanhar o crescimento das crianças órfãs e descobrir a influência desse trauma no crescimento delas.
Mas até onde William será capaz de ir para atingir seus objetivos?
Em O sorriso da hiena, Gustavo Ávila cria uma trama complexa de suspense e jogos psicológicos, em uma história que vai manter o leitor fisgado até a última página enquanto acompanha o detetive Artur Veiga nas investigações para desvendar essa série de crimes que está aterrorizando a cidade.
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[RESENHA#136] A Hora do Lobisomem, de Stephen King, Ben Wrightson

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Título:
A Hora do Lobisomem

Autor: Stephen King
Ilustrações: Ben Wrightson
ISBN: 9788556510402
Ano: 2017 
Páginas: 152
Editora: Suma de Letras
Informações: Skoob / Goodreads
Compre aqui: Submarino / Saraiva / Cultura / Amazon

Sinopse: UMA CRIATURA CHEGOU A TARKER’S MILLS. A HORA DELA É AGORA, O LUGAR DELA É AQUI.
O primeiro grito veio de um trabalhador da ferrovia isolado pela neve, enquanto as presas do monstro dilaceravam sua garganta. No mês seguinte, um grito de êxtase e agonia vem de uma mulher atacada no próprio quarto. Agora,a cada vez que a lua cheia brilha sobre a cidade de Tarker’sMill, surgem novas cenas de terror inimaginável. Quem será o próximo? Quando a lua cresce no céu,um terror paralisante toma os moradores da cidade. Uivos quase humanos ecoam no vento. E por todo lado as pegadas de um monstro cuja fome nunca é saciada. Um clássico de Stephen King,com as ilustrações originais de Bernie Wrightson.
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