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Erratas Possíveis das Fichas de Personagens Saltadores/Jumpers de Wild Cards/Cartas Selvagens para 3D&T

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Wildcards8A série Wild Cards/Cartas Selvagens é desaconselhável para menores de 18 anos!

Adaptação sem fins lucrativos:

Rodrigo Rosas Campos

Eu, Rodrigo Rosas Campos, errei feio, errei rude! Na verdade, a troca mental de Mega City para 3D&T corresponde exatamente ao poder dos saltadores descrito no livro 8 da série Wild Cards, publicada em 2017 pela Leya/Omelete.

Seguem as fichas corrigidas dos saltadores para o sistema 3D&T. Não se preocupem, as informações a seguir não podem ser consideradas spoilers!

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[RESENHA#] O Rei Lear, de William Shakespeare

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Título: 
O Rei Lear

Autor: William Shakespeare
ISBN: 9788525406811
Ano: 1997 
Páginas: 140
Editora: L&PM
Informações: Skoob / Goodreads
Compre aqui: Submarino Saraiva Amazon / Cultura

Sinopse: Ao chegar à velhice, Lear, rei da Bretanha, se vê obrigado a dividir seu reino. A maior desgraça para um monarca atingira-o: para protegê-lo e garantir sua sucessão, nenhum filho varão, apenas três filhas mulheres, Goneril, Regana e Cordélia. As duas primeiras são casadas, respectivamente, com o Duque da Albânia e com o Duque da Cornualha, olhos cobiçosos por sobre as terras bretãs, enquanto que Cordélia recusa-se a casar, para permanecer ao lado do pai. Mas o assédio de estranhos pelo reino não é o mal maior do qual padece o rei. A progressiva dificuldade de discernir as atitudes e os discursos daqueles que o cercam, o embotamente da percepção da sinceridade e da falsidade humana e a suspeita errônea de onde viria a traição são os males fatais para o outrora grande monarca.
A tragédia O Rei Lear foi escrita em 1606 por William Shakespeare (1564-1616) – aquele que transformava em ouro literário os menores e maiores sentimentos humanos. Não por acaso Shakespeare deixou para criar na idade madura o seu protagonista que melhor resume o desgaste e a decrepitude que assolam o homem. Um dos grandes clássicos do teatro na tradução brilhante de Millôr Fernandes.
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[Resenha #141] Wild Cards Livro 8 Luta de Valetes – a Entrada de Chris Claremont na Mesa de RPG de George R. R. Martin

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Wildcards8Desaconselhável para menores de 18 anos!

Você é maior de 18? Ok. Mas aviso: Este volume exige a leitura dos anteriores!

Alerta de spoilers eventuais!
É o oitavo volume de uma série de livros de romances mosaicos iniciada nos anos 1980, mas que nunca fora publicada em sua forma original no Brasil antes de 2013. Spoilers são, eventualmente, inevitáveis! Só a menção de personagens antigos já demonstra que eles não morreram até o volume 7. Esteja avisado(a)!

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[Resenha#140] Porta dos Fundos, o Livro

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Rodrigo Rosas Campos

Ok, eu sei que o canal Porta dos Fundos, hoje, está caído, entrou na pasmaceira, depois de quebrar as fórmulas, criou outra, já tá saturado etc., beleza, mas esse livro mostra os primeiros textos dos primeiros vídeos.

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Garimpando Em Gibiterias: Cartas Selvagens da Epic pela Editora Globo

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CartasSelvagensHQEncO mercado de quadrinhos no Brasil é muito fraco, sejamos honestos. Lá fora, grandes obras permanecem em catálogo permanente tal como livros clássicos. Os editores de quadrinhos nacionais são bem imediatistas e até mesmo obras como Watchmen e Maus ficam difíceis de encontrar de tempos em tempos. A série “Garimpando em Gibiterias” fala de quadrinhos que valem a pena “garimpar” em gibiterias, sebos, estoques antigos de livrarias virtuais e, se a grana estiver muito curta, em bibliotecas públicas. Sim, existem quadrinhos em bibliotecas públicas, é só procurar.

A pedra garimpada de hoje é Cartas Selvagens da Epic que saiu pela editora Globo aqui no Brasil.

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[RESENHA#139] Kalciferum – Demônios, Bruxas e Vagantes, de Andrei Fernandes

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Título: 
Kalciferum – Demônios, Bruxas e Vagantes

Autor:  Andrei Fernandes
ISBN: 9788569871026
Ano: 2016
Páginas: 384
Editora:  Penumbra
Informações: Skoob Goodreads
Compre aqui: Submarino  / Cultura Amazon

Sinopse: O que faria se descobrisse que o seu colega de trabalho fosse na verdade um demônio fugitivo?
Kalciferum – Demônios, Bruxas e Vagantes apresenta um mundo onde a segurança e a certeza providas por grandes metrópoles não passam de uma patética ilusão cercada de concreto e aço. Agora, imagine se por trás dessa “normalidade” você descobrisse que algum colega de trabalho seu é na verdade um demônio fugitivo? O protagonista da história, Rafael, nunca foi perguntado sobre isso, mas a resposta ele já sabe. Após conseguir um emprego precisa trabalhar junto com uma entidade demoníaca que se esconde na burocracia para mundana para não ser descoberto. O mundo é completamente diferente do que sempre se acreditou e criaturas sobrenaturais vagam além dos olhos mundanos.
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[Resenha#138] Um Pouco Mais de Humor e Síntese nas Histórias da Meia-Noite do Bruxo do Cosme Velho

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HMN

Rodrigo Rosas Campos

Hoje, escrevo sobre Histórias da Meia-Noite de Machado de Assis. Todos nós tivemos que ler, por livre e espontânea pressão, pelo menos um dos romances mais conhecidos de Machado de Assis; Memórias Póstumas de Brás Cubas, Dom Casmurro, Helena ou Quincas Borba. O que nossos queridos professores de literatura fingiam ignorar é que Machado de Assis, vulgo, o bruxo do Cosme Velho, era um contista e cronista bem-humorado e que suas histórias curtas, seus contos e crônicas, eram infinitamente melhores, mais interessantes, universais e, por que não dizer, mais atuais que seus romances.

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