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[Resenha #103] KM Blues: Um Texto Teatral Para Quadrinhos

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Kmblues Não, Daniel Esteves não adaptou um roteiro de teatro, ele escreveu um roteiro de teatro que achou artistas no lugar de atores (e diretor) e papel e tintas no lugar de palco e cenógrafo. KM Blues é uma edição de 104 páginas, em cores, formato americano, uma história completa e extras legais. Textos do (já citado) Daniel Esteves; arte de Wandersom de Souza e cores de Wagner de Sousa, KM Blues é uma história em quadrinhos que narra a história de um homem que busca reconciliar-se com as pontas soltas de seu passado.

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[Resenha # 100] 3 Tiros e 2 Otários

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3t2ota Para evitar futuros mimimis, vou ampliar para 18 a indicação etária. Não recomendável para menores de 18 anos, mas, segundo a capa, a classificação etária é 16 anos, em todo caso é “Não recomendável para pessoas sensíveis.” e isso vale para qualquer idade.

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[Review] Quadrinópole #08: Um Mix de Autores Nacionais

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Recomendado para maiores de 18 anos. Contém equadrinhopoles8rotismo e violência!

A revista Quadrinhópole foi uma publicação independente de quadrinhos que trazia um mix de escritores e ilustradores nacionais em cada edição. Durou apenas 9 edições aos trancos e barrancos, apesar de várias parcerias de peso entre seus colaboradores. Sua história e legado podem ser conferidos no site oficial da revista (https://quadrinhopole.com).

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[Review] Zumbis e Outras Criaturas das Trevas

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Desaconselhável para menores de 18 anos.
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    Confesso que estou em débito com os quadrinhos nacionais. Prefiro americanos e franco-belgas, me julguem. Mas lendo São Paulo dos Mortos 1, 2 e 3 tive a dica de Zumbis e Outras Criaturas das Trevas. A edição é um verdadeiro intensivo de quadrinhos de terror brasileiros.
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[Matéria] Marvels: Breves Palavras Sobre a Obra Que Alçou Alex Ross ao Estrelato

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    marvels

Rodrigo Rosas Campos

    Já escrevi muito sobre Astro City (em vários textos dedicados só a Astro ou não), já escrevi sobre Reino do Amanhã (no ensaio os Filhos de Watchmen), já escrevi sobre Projeto Superpowers (em duas ocasiões) e já fiz uma resenha de Kirby Genesis. Das cinco obras que considero as mais impactantes e emblemáticas da carreira de Alex Ross até agora (2017), falta justamente aquela que o alçou ao estrelato dos quadrinhos: Marvels.

Aviso: Alerta de Spoilers!

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[Resenha#79] 147

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147    147 é um quadrinho curto, 23 páginas, escrito por Daniel Esteves com arte de Hugo Nanni. Nele, dois amigos vão de carro da cidade de São Paulo até uma praia (não identificada). O motorista e dono do carro pergunta ao amigo o que ele acha de temas como pena de morte, que acaba resvalando na diminuição da maior idade penal e até na volta da ditadura. O amigo carona, que tem o motorista no Facebook, até tenta mudar de assunto, mas o motorista insiste. A grande questão é que o motorista não quer discutir, quer apenas que o outro concorde com ele e a impossibilidade de diálogo real se esvai a cada frase trocada pelos dois.
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[RESENHA#74] Rurouni Kenshin, de Nobuhiro Watsuki

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Título: Rurouni Kenshin
Autor: Nobuhiro Watsuki
ISBN: 9788577875641
Ano: 2012
Páginas: 200
Editora: JBC
Informações: Skoob / Goodreads
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Sinopse: Kenshin Himura, um homem que proibiu a si mesmo de matar pessoas e que carrega consigo uma sakabatou (espada de lâminha invertida), é na realidade o monarquista lendário Battousai Himura, o invencível retalhador que lutou para abrir caminho para uma nova era.
Depois da restauração Meiji, Kenshin se torna um andarilho e acaba conhecendo Kaoru Kamiya. Ambos se envolvem no caso do falso Battousai, que está causando uma onda de assassinatos em Tóquio, e precisam descobrir quem é o culpado por trás disso tudo.
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