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Garimpando Em Gibiterias: Vertigo Especial 1, 2 e 3 pela Panini

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vertigoesp1As pedras de hoje são desaconselháveis para menores de 18 anos!

O mercado de quadrinhos no Brasil é muito fraco, sejamos honestos. Lá fora, grandes obras permanecem em catálogo permanente tal como livros clássicos. Os editores de quadrinhos nacionais são bem imediatistas e até mesmo obras como Watchmen e Maus ficam difíceis de encontrar de tempos em tempos. A série “Garimpando em Gibiterias” fala de quadrinhos que valem a pena “garimpar” em gibiterias, sebos, estoques antigos de livrarias virtuais, feiras de livros e, se a grana estiver muito curta, em bibliotecas públicas. Sim, existem quadrinhos em bibliotecas públicas, é só procurar.

As pedras garimpadas de hoje são Vertigo Especial 1, 2 e 3 da Panini por vários autores. Mais uma vez trago mais de uma edição. Mas essas valem. A Internet está abarrotada de postagens sobre a história maior da Vertigo, logo, não falarei sobre o selo em si, mas sobre estas 3 edições e seus conteúdos.

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Garimpando Em Gibiterias: Recruta Zero e Sua Retomada nos Mensais de Bancas

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rzmyt1O mercado de quadrinhos no Brasil é muito fraco, sejamos honestos. Lá fora, grandes obras permanecem em catálogo permanente tal como livros clássicos. Os editores de quadrinhos nacionais são bem imediatistas e até mesmo obras como Watchmen e Maus ficam difíceis de encontrar de tempos em tempos. A série “Garimpando em Gibiterias” fala de quadrinhos que valem a pena “garimpar” em gibiterias, sebos, estoques antigos de livrarias virtuais, feiras de livros e, se a grana estiver muito curta, em bibliotecas públicas. Sim, existem quadrinhos em bibliotecas públicas, é só procurar.

As pedras garimpadas de hoje são Recruta Zero 1, 2 e 3, de Mort Walker, 2006 até 2007, pela editora Mythos.

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[Resenha #174] Os Sousa Estão de Volta em Dois Livros pela L&PM

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ossousadfTodos conhecemos e amamos a turminha do bairro do Limoeiro, Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, o caipira Chico Bento e os personagens que figuram até hoje em suas páginas, como Tina, Astronauta, Penadinho, Bidu, Papa Capim e companhia. Mas o que poucas pessoas lembram é que, além desses personagens que brilham até hoje nos gibis da Turma da Mônica, Maurício de Sousa criou uma tira de jornal sobre a vida de casado. Para apresentar essa tira a uma nova geração de leitores, a L&PM lançou dois livros d´ Os Sousa.

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[Resenha #171] Nico Demo, Um Peste de Volta Em Dois Livros pela L&PM – O Humor Politicamente Incorreto de Maurício de Sousa

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ndaveAtenção leitores e leitoras mais sensíveis: O Humor é Politicamente Incorreto até Para Época do Lançamento Original.

Todos conhecemos e amamos a turminha do bairro do Limoeiro, Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, o caipira Chico Bento e os personagens que figuram até hoje em suas páginas, como Tina, Horácio, Penadinho, Bidu, Piteco e companhia. Mas o que poucas pessoas lembram é que, além desses personagens que brilham até hoje nos gibis da Turma da Mônica, Maurício de Sousa criou uma tira de jornal sem balões de fala com um moleque capeta vestido de terninho. Não se deixe enganar por esse visual engomadinho, Nico Demo é considerado o precursor brasileiro de Bart Simpson.

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[RESENHA#170]Black Hole, de Charles Burns

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Título: 
Black Hole

Autor: Charles Burns
ISBN:  9788594540515
Ano:  2017
Páginas:  368
Editora:  Darkside Books
Informações: Skoob Goodreads
Compre aqui: Submarino Saraiva Cultura Amazon

Sinopse: Vencedor do The Will Eisner Comic Industry Awards de Melhor Álbum, além do Récompense Les Essentiels d’Angoulême, Black Hole é a mais importante graphic novel de Charles Burns. Publicada de forma seriada durante uma década, foi reunida em 2005 para aclamação mundial e reforçou o lugar do artista como o mestre dos quadrinhos independentes de horror. Agora, orgulhosamente inaugura a publicação de clássicos dos quadrinhos pela DarkSide Graphic Novel. O persistente horror existencialista da obra de Charles é composto apenas pelo trabalho em pincel, de alto contraste em branco e preto, que presta homenagem ao horror sutil dos primeiros filmes do gênero e desde cedo tornou-se um dos estilos mais reconhecidos de toda a arte sequencial contemporânea, instantaneamente familiar assim que é visto em alguma antologia ou na capa de revistas, como The Belivier e The New Yorker. Black Hole se passa nas cercanias de Seattle, extremo noroeste dos EUA, em meados da década de 70, quando uma doença inconfiável e inominável espalha-se entre os adolescentes locais através do contato sexual e parece não poupar ninguém. Ela expressa-se de formas diferentes em cada um dos contaminados, enquanto alguns apresentam apenas manchas na pele, algo fácil e sutil de ocultar, outros transformam-se em aberrações grotescas, vagas lembranças do que foram um dia. E uma vez que você foi contaminado não há mais volta. Para esses seres monstruosos não há alternativa além do auto-exílio em acampamentos precários, na floresta que circunda a região. Conforme vamos nos familiarizando com os diversos personagens principais da história, garotas e garotos que foram contaminados, outros que não foram e aqueles que estão prestes a ser, o clima de delírio, horror e insanidade domina os adolescentes. Black Hole apresenta um retrato arrogante e inquietante da alienação dos tempos colegiais, repleto de crueldade e selvageria, e hormônios à flor da pele, que conversa com a angústia, o tédio e as necessidades mais profundas da nossa própria aceitação que dominam essa época da vida. Aterrador e hipnótico, a graphic novel que consagrou Charles Burns supera seu gênero ao explorar com habilidade um momento cultural específico americano, quando não era mais interessante ser hippie e David Bowie ainda era um pouco estranho para esses jovens, a liberdade sexual começava a transformar-se num pesadelo e a vida adulta cobrava seu custo pelos traumas reais da infância, traumas da perda e da sensação de absurdo existencial. Isso sem falar de chifres nascendo, fendas abrindo-se e alterando sua pele para sempre e rabos aparecendo… Leia o resto deste post »

Garimpando Em Gibiterias Especial – Postagem Retroativa: Astro City Volume 6

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AstroCity6Desaconselhável para menores de 18 anos.

Se você, leitor, veio até aqui em função da Resenha de Astro City Volume 7, fique à vontade e leia este garimpando antes de voltar.

Se você, leitor, caiu aqui de paraquedas e está estranhando uma postagem retroativa, calma, tudo será explicado. Foi realmente necessário postar este texto com data passada.

Antes de mais nada, vamos a introdução do garimpo: o mercado de quadrinhos no Brasil é muito fraco, sejamos honestos. Lá fora, grandes obras permanecem em catálogo permanente tal como livros clássicos. Os editores de quadrinhos nacionais são bem imediatistas e até mesmo obras como Watchmen e Maus ficam difíceis de encontrar de tempos em tempos. A série “Garimpando em Gibiterias” fala de quadrinhos que valem a pena “garimpar” em gibiterias, sebos, estoques antigos de livrarias virtuais, feiras de livros e, se a grana estiver muito curta, em bibliotecas públicas. Sim, existem quadrinhos em bibliotecas públicas, é só procurar.

A pedra garimpada hoje é Astro City – Volume 6 – A Era das Trevas 1 – Irmãos & Outros Estranhos de Kurt Busiek (texto); Brent Anderson (arte); Alex Ross (concepção visual dos personagens e capas); e Alex Sinclair (cores). Ok, esta edição saiu em 2016 e não é tão difícil de achar assim, mas calma, tudo será explicado do próximo parágrafo em diante. E perdoem-me os que já sabem, mas é preciso explicar MESMO!

Bem-vindo a Astro City

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Garimpando Em Gibiterias: Cowabunga! A Sina de Incompletude de Uma Série de Quadrinhos no Brasil – Tartarugas Ninja, Originais MESMO!

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tmntAlerta de Spoilers!

Se você, leitor, prefere, conscientemente, os desenhos animados etc., este quadrinho não é para você.

Desaconselhável para bazingueiros e para leitores que acham que heróis não podem matar!

O mercado de quadrinhos no Brasil é muito fraco, sejamos honestos. Lá fora, grandes obras permanecem em catálogo permanente tal como livros clássicos. Os editores de quadrinhos nacionais são bem imediatistas e até mesmo obras como Watchmen e Maus ficam difíceis de encontrar de tempos em tempos. A série “Garimpando em Gibiterias” fala de quadrinhos que valem a pena “garimpar” em gibiterias, sebos, estoques antigos de livrarias virtuais, feiras de livros e, se a grana estiver muito curta, em bibliotecas públicas. Sim, existem quadrinhos em bibliotecas públicas, é só procurar.

A pedra garimpada hoje é Tartarugas Ninja – Volume 1 – A Primeira Aventura, de Kevin Eastman e Peter Laird, publicado no Brasil pela Devir em 2007. Sim, eles surgiram nos quadrinhos independentes e não naquele primeiro desenho animado (que ainda é o) mais famoso. Sim, a publicação original é em preto e branco.

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Garimpando Em Gibiterias: O Nada e Mais Alguma Coisa de Wood Allen e Stuart Hample

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wanmaccO mercado de quadrinhos no Brasil é muito fraco, sejamos honestos. Lá fora, grandes obras permanecem em catálogo permanente tal como livros clássicos. Os editores de quadrinhos nacionais são bem imediatistas e até mesmo obras como Watchmen e Maus ficam difíceis de encontrar de tempos em tempos. A série “Garimpando em Gibiterias” fala de quadrinhos que valem a pena “garimpar” em gibiterias, sebos, estoques antigos de livrarias virtuais, feiras de livros e, se a grana estiver muito curta, em bibliotecas públicas. Sim, existem quadrinhos em bibliotecas públicas, é só procurar. Nesse caso, a biblioteca de um amigo!

A pedra garimpada hoje é O Nada e Mais Alguma Coisa de Wood Allen (textos) e Stuart Hample (arte); esta edição é de 1982 da L&PM. De todas as pedras garimpadas até hoje é a mais difícil de encontrar. Ainda estou procurando. Fica a dica L&PM!

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Garimpando Em Gibiterias Especial: Quando Zero é 10 – O Melhor do Recruta Zero 1 e 2 de Mort Walker pela L&PM Pocket

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zerlpm1O mercado de quadrinhos no Brasil é muito fraco, sejamos honestos. Lá fora, grandes obras permanecem em catálogo permanente tal como livros clássicos. Os editores de quadrinhos nacionais são bem imediatistas e até mesmo obras como Watchmen e Maus ficam difíceis de encontrar de tempos em tempos. A série “Garimpando em Gibiterias” fala de quadrinhos que valem a pena “garimpar” em gibiterias, sebos, estoques antigos de livrarias virtuais, feiras de livros e, se a grana estiver muito curta, em bibliotecas públicas. Sim, existem quadrinhos em bibliotecas públicas, é só procurar.

Ok, o conteúdo desses dois volumes está (ou deve estar) na edição mais recente da Pixel. Recruta Zero é uma das raras exceções que, ao menos a cada cinco anos, encontra editores e editoras sempre dispostos a republicá-lo no Brasil. Porém não posso deixar passar em branco uma homenagem, ainda que tardia, a Mort Walker, criador do Recruta Zero, falecido recentemente. A pedra garimpada hoje são os dois volumes de O Melhor do Recruta Zero, pela editora L&PM da coleção L&PM Pocket.

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Asgard, um Multiverso nos Quadrinhos

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tNorseMyRodrigo Rosas Campos

Um dos tópicos levantados pelo livro Marvel Comics a História Secreta de Sean Howe é a criação do Thor nos quadrinhos da Marvel. Antes de mais nada, vamos deixar uma coisa bem clara: toda mitologia (seja grega, nórdica etc.) é de domínio público. Logo, apesar do Thor da Marvel ser uma marca registrada, qualquer um pode se basear no deus do trovão mítico e criar suas próprias histórias, ou adaptar as histórias dos mitos. Outra coisa a ser destacada é que Howe parece ignorar que editoras menores já haviam publicado histórias com os deuses de Asgard antes do Thor de Jack Kirby na DC, mencionado por ele mesmo na nota de rodapé do livro, página 280. Mas vamos começar do começo:

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